Recebi este e-mail de uma lista sobre aromatologia e decidi compartilhar por se tratar de um ponto forte de minha própria experiencia com as emoções e a pele. Sempre percebi isso, sempre me interessou e acredito que para todos que buscam autoconhecimento também interessará.
Na Nova Medicina Germânica a pele é a parte do corpo que responde aos relacionamentos, se irritantes a pele também se irrita, se tóxicos a pele se fere, a pele é sempre um indicativo de como andam nossas relações, inclusive com nós mesmos.
Na homeopatia a pele é o segundo pulmão e simboliza os processos relacionados a este. Asma, bronquites, quando próximos de sua cura passam para a pele, em um movimento de dentro pra fora e de cima para baixo.
Saber que existem pessoas que se dedicam há um estudo de psicodermatologia dá até um alívio para os alérgicos e "dermatíticos"...
Que recebam muita luz e compartilhem os caminhos das curas!
Aho!
PSICODERMATOLOGIA
Pesquisas atuais estão direcionando seu foco aos aspectos psicossociais
envolvidos nas dermatoses crônicas. Esses fatores podem contribuir para a exacerbação
da psoríase entre 40 e 80% dos casos, causando grande impacto na qualidade de vida desses
pacientes.
Na Nova Medicina Germânica a pele é a parte do corpo que responde aos relacionamentos, se irritantes a pele também se irrita, se tóxicos a pele se fere, a pele é sempre um indicativo de como andam nossas relações, inclusive com nós mesmos.
Na homeopatia a pele é o segundo pulmão e simboliza os processos relacionados a este. Asma, bronquites, quando próximos de sua cura passam para a pele, em um movimento de dentro pra fora e de cima para baixo.
Saber que existem pessoas que se dedicam há um estudo de psicodermatologia dá até um alívio para os alérgicos e "dermatíticos"...
Que recebam muita luz e compartilhem os caminhos das curas!
Aho!
A psicodermatologia é um novo ramo da psicologia que tem trazido muitas contribuições para o tratamento e até a cura de algumas doenças de pele. Em 2006, a psicóloga Juliana Tigre da Silva recebeu o prêmio de melhor pesquisa na categoria Trabalhos de Investigação no 61º Congresso da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Juliana apresentou o estudo Estratégias de Coping, níveis de estresse e qualidade de vida em portadores de psoríase, resultado de sua tese defendida no Pós-Graduação em Psicologia, sob a orientação da professora Marisa Müller.
Esta foi a primeira vez que um profissional da psicologia recebeu um prêmio direcionado a dermatologistas. Juliana observou que os pacientes com psoríase têm a tendência de utilizar estratégias específicas de enfrentamento do estresse, como fuga esquiva e autocontrole (quando a pessoa busca não manifestar suas emoções) muito elevado. “São pacientes que tendem a não confrontar o fator estressante” observa. O sistema nervoso e a pele têm a mesma origem embrionária, a ectoderme, o que explica a estreita relação entre a pele e as emoções das pessoas. Para a psicóloga, o trabalho agradou aos dermatologistas por dar a eles respostas que não tinham como médicos: “Foi como mostrar, cientificamente, algo que sentem empiricamente em seus consultórios”, afirma Juliana, que comparou em seu trabalho 61 portadores de psoríase com 54 portadores de outras doenças crônicas de pele. Ela salienta que, em muitos casos, o fator desencadeante da doença são problemas emocionais enfrentados pelo paciente e a maneira como ele os administra, diferenciando o portador de psoríase das pessoas que sofrem de outras doenças de pele. A psoríase é uma doença crônica, não contagiosa, manifestando-se com a inflamação nas células da pele, formando placas avermelhadas de escamação esbranquiçadas ou prateadas. A psicodermatologia também foi o tema da tese de doutorado da professora Marisa Müller, do Pós-Graduação em Psicologia. Ela desenvolveu o estudo Psicossomática: Uma visão simbólica do vitiligo, no qual analisa os fatores psicológicos desencadeantes desta doença e sua possível cura. O vitiligo é uma alteração adquirida na pigmentação da pele normal caracterizada clinicamente pelo desenvolvimento de manchas totalmente brancas e pela ausência de melanócitos. “O principal motivo de aparecimento nos pacientes pesquisados foram situações de perda, como morte, separação ou mudança de cidade”, explica a professora. Segundo Marisa, a pele tem uma relação muito estreita com a figura materna, pois remete àquele primeiro contato inicial logo depois do nascimento, quando se inicia o desenvolvimento do bebê. “É também pela pele que estabelecemos o primeiro contato com o mundo, daí a sua importância”, assegura. Nos casos analisados, foi observada uma dificuldade de relacionamento dos pacientes com os pais, revelando mães não-afetivas e pais omissos. A pesquisa de Marisa foi feita com 15 pacientes portadores de vitiligo: dez receberam tratamento psicoterápico (grupal e individual) e médico e cinco somente orientação médica, ambos durante seis meses, uma vez por semana. Dentro da psicoterapia, também foram usadas técnicas de relaxamento e visualização. “São recursos complementares, porque se o vitiligo está associado a uma tensão maior, é preciso um relaxamento, um contato maior consigo”, explica. A visualização orientada atua no sentido da repigmentação das manchas. O resultado foi surpreendente: As pessoas que fizeram o tratamento integrado, médico e psicológico, repigmentaram até 80% do corpo em seis meses. Pacientes que somente fizeram o tratamento médico, nesse período, repigmentaram somente 20% da área atingida pela doença. Essas pesquisas incentivam o trabalho integrado de diversas áreas da saúde no diagnóstico e tratamento de doenças de pele, com o intuito de garantir uma melhor qualidade de vida ao seu portador. “Hoje, sabemos que não há mais como trabalhar de forma individual. Estamos criando um trabalho novo, integrando dermatologistas e psicólogos”, diz Marisa. Como resultado de sua pesquisa, a professora foi convidada a criar a Residência Integrada em Psicologia e Saúde Coletiva no Ambulatório de Dermatologia Sanitária, da Secretaria da Saúde do Governo do Estado, sendo o primeiro ambulatório em dermatologia do País que desenvolve um trabalho conjunto entre médicos e psicólogos.
envolvidos nas dermatoses crônicas. Esses fatores podem contribuir para a exacerbação
da psoríase entre 40 e 80% dos casos, causando grande impacto na qualidade de vida desses
pacientes.
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